A AD com a Spinumviva, o PS com a indemnização milionária, o Bloco com as lactantes, a IL com as assinaturas falsas, a CDU com a Ucrânia, o PAN com as estufas, o Livre com as regras das primárias, e o Chega com a sua parada de sórdida delinquência.
O que vai ser sufragado, nestas legislativas, não será o programa eleitoral (em teoria, o que deveria acontecer) nem a personalidade do candidato (na prática, o que se verificava). Vai ser, simplesmente, o partido que se saiu menos mal diante da controvérsia com que se deparou. É o estado a que chegámos.