O Chega capturou votos do antigo eleitorado do PCP. Talvez por isso, o PCP tenha agora desesperadamente adoptado a linguagem do Chega, chamando de "parasitas" a líderes de hospitais e bancos. Mas não é nada de novo nos comunistas. Afinal, Lenin já apelidava de "insectos" a quem não era da classe operária.
Plano de Conjunto
sábado, 17 de outubro de 2026
domingo, 27 de setembro de 2026
segunda-feira, 21 de setembro de 2026
sexta-feira, 7 de agosto de 2026
O problema, Michael, é que, em Portugal, dizer "não" ao trabalho remoto é dizer "sim" ao atraso da emancipação dos jovens, aos preços absurdos de casas em Lisboa e Porto, ao endividamento excessivo por maus créditos à habitação e ao adiamento (ou cancelamento) de projectos pessoais tão básicos como ter um filho.
quinta-feira, 30 de julho de 2026
domingo, 19 de julho de 2026
A sucursal portuguesa da Trade Republic dá 3% de juros até 50.000€ no dinheiro parado e 2,25% acima desse valor. Sem comissões e sem prazos mínimos de permanência. Os depósitos a prazo da nossa banca dão, em média, 1,48%, que só temos em mãos ao fim de x meses e após pagar y em comissões. A Trade Republic tem tudo para ser a Digi do nosso sector bancário, forçando a concorrência actual (que, através de produtos de pífia remuneração e alguma conivência do Estado, prejudicou o consumidor durante demasiado tempo) a melhorar as condições, levando-a a apresentar, por fim, propostas mais competitivas e recompensadoras. Depois do fim do cartel das telecomunicações, é a vez do fim do oligopólio da banca. E desta vez, não haverá Fernando Medina para o salvar.
sábado, 18 de julho de 2026
"Off with their heads!"
"Demissão para o Fernando Alexandre!", pede o PS por causa da digitalização falhada dos exames nacionais. "Demissão para o Luís Neves!", pede o Chega por causa das dúbias obras do ministro da administração interna. Neste rectângulo à beira-mar plantado, exigir o corte de uma cabeça política por cada escândalo é a proposta de solução mais comum. E assim, de decapitação em decapitação, lá se esperam resolvidos os nossos problemas. É o nosso síndrome: o da Rainha de Copas da "Alice no País das Maravilhas".




