Ela: "Duarte, arranja-me uma palavra que representa uma pessoa com a energia totalmente sugada, num ambiente onde facilmente se vê envolta em conflitos e cuja desmotivação sentida retira-lhe qualquer propósito de viver."
Eu: "Casamento."
O Musk apelava aos cidadãos para filmarem e divulgarem o que os media tradicionais manipulariam. Mal sabia ele que esse "citizen journalism" (foi o termo cunhado) seria a maior arma contra a manipulação da sua amiga, a actual Casa Branca.
https://www.ft.com/content/6642d7c7-d623-49b4-9bcf-0e9f7c65b4e0
Não há como negar a associação entre a religião e a bolsa. João Calvino, fundador da igreja calvinista, lembrava que os primeiros bancos funcionavam em templos e de que os primeiros emissores de moeda eram sacerdotes. Para além disso, vendo os edifícios de Wall Street, a influência arquitectónica dos templos greco-romanos é mais do que evidente. Mas não é só a História e a Arquitectura que denunciam este curioso diálogo. É, também, o facto de a bolsa e a religião provocarem sensações semelhantes: êxtase fervoroso quando algo corre bem, fé perseverante quando algo corre mal, e a crença firme de que, mais adiante, aqueles que agiram correctamente terão um paraíso à sua espera.